vBulletin statistics

Segunda-Feira, 4 de Novembro de 2013

Licor Beirão contribui para mostrar Portugal na Bienal de Veneza

Um cacilheiro-pavilhão flutuante forrado a azulejo está a funcionar desde o passado dia 1 de Junho e até ao próximo dia 24 de novembro, como uma embaixada da cultura e da identidade de Portugal na representação oficial portuguesa da 55º Bienal de Veneza, o mais importante evento dedicado à Arte Contemporânea.

Este é o projeto da artista plástica Joana Vasconcelos, o “Trafaria Praia”, um cacilheiro já desativado, depois de meio século a transportar pessoas entre as margens do Tejo, e que visa cumprir aquele que já era há muito um desejo de Portugal: ter um pavilhão junto aos Giardini, a zona nobre da Bienal de Veneza.

E porque se pretende que este projeto funcione como uma montra de Portugal, com vários artistas convidados e com um conjunto de produtos típicos portugueses a bordo, o reconhecido licor português, o Licor Beirão, mantém o seu espírito inovador que faz parte da sua história, e associa-se à iniciativa.

Para Daniel Redondo, Diretor de Marca do Licor Beirão, “sentimo-nos muito orgulhosos em poder contribuir para a divulgação do nosso país além-fronteiras e acima de tudo em ter o privilégio de ver a nossa marca associada a uma artista de renome como a Joana Vasconcelos, a quem atribuímos uma capacidade impar para fazer uso dos hábitos e costumes nacionais e transformá-los em arte. É também essa criatividade que nos une”.

Sobre o Licor Beirão (www.licorbeirao.com):

A Empresa J. Carranca Redondo Lda., produtora do Licor Beirão, nasceu em 1940, mas a história deste licor é bastante mais velha. Ainda sem o apelido de Beirão, o licor já se fabricava, na Vila da Lousã, numa farmácia, há mais de um século. A história conta-se assim: em finais do séc XIX, um caixeiro-viajante apaixonou-se pela filha de um farmacêutico, acabando o namoro em casamento. Na farmácia, para além dos medicamentos habituais, eram comercializados “licores naturais”, segundo fórmulas antigas mantidas em segredo.

Entretanto entra em vigor uma lei que proíbe a atribuição de propriedades medicinais às bebidas alcoólicas. Aproveitando a oportunidade, o jovem vindo do Norte de Portugal leva a cabo a autonomização da produção de néctares, pelos mesmos processos artesanais, numa pequena fabriqueta.

O nome Licor Beirão não aparece por acaso. Em 1929 realizou-se um Congresso Beirão em Castelo Branco e o licor foi assim baptizado em homenagem ao encontro. São as dificuldades trazidas pela 2ª guerra que fazem com que a fábrica seja vendida em 1940, a um jovem, natural da Lousã, José Carranca Redondo que ali trabalhou durante algum tempo. Com pouco mais de vinte anos e entretanto casado, decide investir as suas poupanças comprando a casa e o segredo, dedicando-se de corpo e alma ao licor que passou a ser fabricado pela mulher.  Desde então as vendas não pararam de crescer, tornando-se na actualidade, num licor de grande sucesso.

Para mais informações contactar:

Lift Consulting – 21466 6500

 

João Reis

joao.reis@lift.com.pt

Tm: +351 918 655 229

 

 

Joana Branquinho

joana.branquinho@lift.com.pt

Tm: +351 91 318 43 02