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Terça-Feira, 24 de Julho de 2012

Andante arranca em pleno no Porto

• Solução de referência mundial: 1ª com tecnologia 100% sem contacto • Oferta intermodal já alargada a operadores privados • Sistema gere cerca de 180 milhões de viagens por ano

 

 

 

 

Com a instalação dos últimos equipamentos de bilhética sem contacto na estação de comboios de Rio Tinto, o sistema intermodal de transportes Andante cumpre a sua última fase de implementação. Fica, assim, disponível em pleno também para os passageiros dos Serviços Urbanos da CP no Porto, que integram os mais de 500 mil de utilizadores dos meios de transportes desta Área Metropolitana.

 

Gerido pelo TIP – Transportes Intermodais do Porto, o sistema cobre uma região que vai de Braga a Aveiro e do Porto a Marco de Canavezes.

 

É o primeiro a nível mundial a utilizar exclusivamente tecnologia sem contacto, com base em bilhetes electrónicos de baixo custo. A sua validação é instantânea e completamente imune à desmagnetização provocada por telemóveis e fechos magnéticos.

 

O Andante tem um papel fundamental para a intermodalidade dos meios de transporte público. As zonas e as tarifas são orientadas para prestar a máxima mobilidade às populações, facultando ao passageiro a possibilidade de escolher o percurso e os meios de transportes para chegar ao seu destino, sempre com o mesmo bilhete, em toda a rede.

 

Do ponto de vista dos Operadores, a receita é repartida proporcionalmente ao serviço efectivamente realizado.

 

O sistema já se expandiu aos Operadores privados como Valpi, Espírito Santo, Gondomarense, MGC e Nogueira da Costa. Esta operação foi efectuada a custos muito reduzidos, uma vez que se baseou na simples integração no sistema intermodal dos sistemas de bilhética já existentes nesses Operadores.

 

Segundo a Administração do TIP, “com a conclusão da instalação do sistema nos Comboios Urbanos da CP no Porto, o sistema gerido pelo TIP atinge a sua plena maturidade. Trata-se de uma solução de referência mundial, tanto do ponto de vista tecnológico como do conceito do serviço de mobilidade prestado. Tem ainda a vantagem de ser um sistema aberto, o que nos permite continuar a crescer através da integração de novos operadores que venham a aderir ao Andante.”

 

Já para Manuel Relvas, Administrador da Novabase “este sistema é uma montra da capacidade da engenharia portuguesa, a diversos níveis. No campo da bilhética, tem suscitado o interesse e a curiosidade de operadores e autoridades metropolitanas do mundo inteiro. Para os clientes traduz-se numa verdadeira experiência de utilização intermodal de uma rede de transporte público, com elevados níveis de satisfação. Os níveis de utilização comprovam a capacidade que os sistemas intermodais têm de criar mais valor do que a soma das partes tomadas isoladamente.”